Minha idéia é meu pincel- Frida Kahlo

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Blogagem coletiva. Proposta da Glorinha L. de Lion.



Eu vejo nesse quadro, uma mulher que batalhou muito,
teve vários sonhos, vários ideais e talvez ainda os tenha.
Mas já não tem ilusões.
Vejo força, coragem, caráter forte.
Vejo uma mulher que não desiste, vejo traços forte de determinação.
Vejo uma mulher destemida, guerreira.
Em contraste, vejo nos olhos dessa mulher, uma serenidade que poucos carregam.
Uma mulher que ama através do olhar.

Admiro muito a mulher que é assim, lutadora, que corre atrás, não se intimida pelo rótulo de "sexo frágil". Apesar que tem muita mulher por aí que usa esse rótulo como desculpa pela prórpia falta de determinação. Hoje em dia vejo tanta mulher fresca cheia de fru fru, fala sério. Me mata de vergonha. E aí vem um cara que adora dar uma de macho e tenta calar nossa voz. E é estressante como a sociedade adora refletir a imagem de um em todo o resto. Mas como nessa vida nós não podemos generalizar, não vai ser agora que vou fazer isso. Existem mulheres e mulheres e isso serve para os homens também.
Deixo aqui minha admiração pelas mulheres que conseguem ser guerreiras sem perder o lado feminino, afinal de contas, essa é uma das belezas em ser mulher.


*Edit* Arghhhhhhh Computador do diacho e internet do diacho também -.-
Postanto a blogagem 26 minutos atrasada OMG!

Minha idéia é meu pincel - Edgar Degas

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Blogagem coletiva, proposta da Glorinha L. de Lion


Hoje, ao invés de pensar em palavras para transmitir o que essa tela me passou, resolvi aceitar a sugestão do Alexandre e desenhar.
Sem delongas, eis o meu desenho:




Ser bailarina não é tarefa fácil, é exigido acima de tudo, muita disciplina.
Assim como ser uma bailarina, viver também não é fácil.
Nós sonhamos, queremos vencer a todo custo. Mas os caminhos são penosos.
Cheio de espinhos. Constantemente estamos abrindo feridas e sangrando.
Mas elas cicatrizam. E nós continuamos. Seguimos em frente.
Ou pelo menos deveríamos.
Eu tenho dentro de mim uma força incrível.
Sou lutadora e digo com todo orgulho.
Me sinto uma bailarina. Mesmo com toda a dor e dificuldade, não paro. Luto. Danço. Fico leve e vôo como uma borboleta.

Desenhando

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Oi gente, tudo bem? Eu espero que sim!
Ultimamente ando em falta com vocês e com esse blog. Sei lá, bateu um desânimo.
Até a blogagem coletiva da Glorinha que eu gostei tanto de participar até agora, falhou semana passada. Sem inspiração. Mas amanhã pretendo participar com certeza.
Quando eu fico assim sem inspiração, eu começo a desenhar. Eu não tenho muito talento pra isso, nunca estudei, não sei nenhuma técnica. Mas eu sempre amei desenhar, desde criança. Eu não tinha muitos amigos, passava a maior parte do tempo sozinha, então fazia dos papéis e lápis de cores meus melhores amigos.
Ando trabalhando em um desenho agora, que pretendo postar quando terminar.
Hoje eu quero dividir com vocês dois desenhos que fiz a muito tempo atrás, um bem simples, outro um pouco mais trabalhoso. Eu tenho o original de um deles. Eu não desenho coisas da minha cabeça, minha criatividade não chega a tanto. O que eu faço é desenhar imagens que já estão prontas. Faço isso mais pra treinar meus traços. Quem sabe um dia eu consiga criar desenhos meus mesmo.

O primeiro desenho é esse aqui: (Pode clicar pra aumentar a imagem)







Essa caveira foi até fácil de desenhar. Mas ainda assim tem bastante falhas. O que me deu mais trabalho, foi pintar o fundo todo de preto. Vocês não tem idéia do quanto eu me arrependi de ter começado a pintar tudo de preto rs Comecei com um lápis novinho em folha, quando terminei o lápis tava no toco.











Este é o resultado final:








Infelizmente eu perdi o original. Mas talvez alguém já tenha visto pela internet. Ou quem sabe um dia vão cruzar com ele por aí.













Agora o outro desenho:



Esse dragão chinês achei que não ia terminar nunca! Me deu um trabalho daqueles. Desenhava, apagava, desenhava, apagava de novo. Quase furei o papel nesse processo todo. Tanto trabalho pra no final perceber que eu tinha errado o desenho ali onde ele enrola o pescoço faz um nó ou sei lá o que, eu vi que não tava "ligando" com o corpo hahaha Fique frustrada porque já tinha começado com os detalhes e é muito difícil apagar o lápis. Mas enfim, no final de certo.











O resultado final:






Esse é o resultado final. Sinceramente, não fiquei satisfeita. Como podem ver, parece cheio de coisa mas falta muita coisa ainda, faltou fazer sombra, dar uma textura, faltou vida. Mas tudo bem, vamos treinando né.













E eis o original:











Hahahaha, podem ver que o meu ficou beeeeeem diferente.
Enfim.












É isso aí gente. Mil desculpas pela falta que estou com vocês. Vou dar um jeito nisso, prometo.
Ah, outra coisa que lembrei, de agora em diante, vou começar a responder o comentário de vocês na caixinha de comentários daqui mesmo. Antes eu não respondia né, só respondia àqueles que me faziam uma pergunta específica mesmo. Mas agora resolvi responder tudo. É isso. Até a próxima!

Desafio

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Recebi esse desafio da Tamiris (Garota Veneno que vamos combinar, de veneno não tem nada, a guria é um doce!) do blog Estilo só quem tem. Tenho que responder umas perguntas e indicar 5 blogs. Bom, eu vou deixar o convite aberto à todos que quiserem participar. É isso, vamos lá:

1- O que te levou a criar um blog?
Bom, esse blog aqui eu resolvi criar para contar sobre minha experiência como helper aqui no Japão. Sempre trabalhei em fábrica aqui e quando comecei a trabalhar como helper, foi uma experiência completamente diferente. Era tudo muito novo e eu sentia essa vontade louca de falar sobre isso com todo mundo. No final das contas eu criei um blog, mas as coisas começaram a ficar corridas e quanto mais eu trabalhava no hospital, mais era exigido de mim, fiquei super hiper mega estressada e larguei o blog. Depois de 1 ano voltei e agora escrevo sobre o que me dá na telha rs.

2- O que tira você do sério?
Putz, hmmmm o que me tira do sério... Acho que injustiça. Eu fico louca!
Outra coisa que me tira do sério é gente que não me conhece e já vem dizer que sou assim e assado. Vai pro inferno viu!

3- Você tem alguma mania ou vício?
Sorvete sorvete e mais sorvete!

4- Qual sua melhor lembrança?
O dia em que eu trouxe meus dois gatinhos pra casa hehe

5- Qual seu maior sonho?
Me tornar uma excelente neurocirurgiã!

6- Se fosse um dinossauro como se chamaria?
Horácio ^^ (turma da Mônica =O)

7- Qual personagem da sua infância gostaria de ser?
Bella (Beauty and the Beast)

8- Cite uma peça que não pode faltar no seu guarda roupa e uma que jamais usaria.
Casaco (sou friorenta) e uma que não usaria hmm sei lá um fio dental hahaha (odeio coisa entrando na minha bunda prontofalei -.- )

9- Um lugar que ama.
Minha cama.

10-  Que filme você amou e recomenda?
Hmmm vou falar o último filme que assisti. Provavelmente não é um dos melhores, mas enfim eu gostei.
Salt

11- Qual foi o último livro que leu?
Corações Sujos - Fernando Morais

Agora vou falar!

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Certa vez, sentada na minha, na hora do almoço, chegam uns colegas e sentam na mesa comigo. Aí começa:

- Putz, tô muito estressado.
- Por que?
-Esse serviço, esse bando de japonês idiota, esse país. Odeio o Japão!
-O que continua fazendo aqui então? Arruma as malas e vai embora, ninguém está te segurando aqui.

O primeiro se calou e o segundo estampou a cara com um sorriso de triunfo e sarcasmo.

Sabe, quando eu vim pro Japão, eu confesso que eu detestei esse lugar. E eu já tive a mesma mentalidade do amigo de cima. E foi uma época da qual não tenho nenhum orgulho.
Mas as pessoas mudam, elas só precisam de uma chance pra ver melhor, abrir os horizontes, tirar a tapa dos olhos, enxergar os lados. As vezes o que essas pessoas precisam é só desabafar, e dizer os absurdos que dizem é a única forma que elas sabem. As vezes só precisam de alguém pra mostrar o lado bom do Japão. Afinal, é uma mudança brusca, um choque cultural. Japão é um outro mundo, completamente diferente do Brasil.
É muito fácil dizer "Arruma as malas e vai embora, ninguém está te segurando aqui." Quero ver é fazer.
Agora, se mesmo depois de vários anos aqui no Japão, tendo tido a chance de conhecer o país, a cultura e o povo, a pessoa quiser continuar odiando, então que odeie e não me torre o saco.

Minha idéia é meu pincel-Paul Klee

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*Blogagem coletiva. Proposta da Glorinha L. De Lion.



"I found myself in wonderland"

Essa foi a primeira coisa que me veio à cabeça quando olhei para essa imagem.
Alice no país das maravilhas e um diálogo entre o Gato Risonho.

-Poderia me dizer por favor, qual é o caminho para sair daqui? -Perguntou Alice.
-Isso depende muito do lugar para onde você quer ir. -Disse o gato.
-Não me importa muito para onde... -Disse Alice.
-Então não importa o caminho que você escolha. -Retrucou o gato.
-....contanto que chegue em algum lugar. -Disse Alice.
-Oh, você pode ter certeza de que vai chegar, se caminhar o bastante. -Disse o gato.

É isso que eu vejo nesta tela, vários portais. E a incerteza de qual deles adentrar.
Mas o mais importante é escolher um, não ficar à deriva.
E caminhar até o fim.
Se escolheu o portal errado, não tem problema.
Ainda há vários outros pra se seguir.


:+: Perdão pela demora, ultimamente ando um pouco atrapalhada.

I'm angry!

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Oi gente. Um tempinho já sem postar aqui né. Bom, antes de mais nada, eu gostaria de dizer parabéns super atrasado ao Alexandre. Desculpa mesmo pelo atraso. No próximo post eu tento compensar.

No post de hoje, eu quero falar sobre uma coisa que me aconteceu poucos dias atrás. Eu fiquei SUPER brava com um amigo, e ainda estou muito brava. E quem me conhece bem sabe que sou paciente, apesar de não parecer, e que dificilmente eu perco a cabeça. Mas dessa vez perdi e não estou conseguindo superar o acontecido. Eu vou falar o motivo, e quem ler pode até achar que foi besteira, aliás até mesmo eu quando penso parece que foi por besteira, mas o que eu senti na hora foi tão ruim que tá difícil esquecer.

Uma vez eu mencionei em um dos meus posts, o pavor que eu tinha de vômito. É uma coisa que nem eu entendo, teve uma época que até pensei em procurar um psicólogo pra tentar entender e superar isso porque é uma fobia mesmo. Inclusive nesse exato momento, estou tremendo enquanto digito essas palavras só de pensar nesse meu pavor. Mas eu até que estou melhor porque se fosse antigamente, no lugar de vômito, eu teria buscado um outro sinônimo pra isso, porque nem a palavra eu conseguir ler ou escrever.
O maior medo que eu tinha quando trabalhava lá no hospital, era de um velhinho passar mal na minha frente, e o pior é que um dia isso aconteceu. Ele tinha acabado de sair do banho e eu estava ajudando ele a se vestir, quando ele falou que ia passar mal. O que eu podia fazer nessa hora? Eu estava ali ajudando então era minha responsabilidade fazer algo. Corri pra pegar uma bacia e ele vomitou ali. E eu vi tudo. Eu não tirei os olhos dele mas também não falei mais nada. Se eu abrisse a boca eu também ia passar mal. Depois que limpei a bacia, eu já tava começando a sentir meu corpo tremer. Pensei comigo: "Calma Thayla!". Voltei lá, me enchi de coragem e perguntei se ele estava bem. Esse dia, de uma certa forma, senti orgulho de mim mesma, por ter aguentado ver aquilo sem dar um vexame. O porquê eu aguentei? Acho que só porque era o meu trabalho, minha responsabilidade. Se fosse alguém vomitando na rua eu sairia correndo. Mas também fiquei "traumatizada". Passei quase 1 mês inteiro sonhando com aquilo e toda vez que alguém tossia eu já dava um pulo, meu coração disparava.

Mas agora é que vem o que eu realmente quero contar hoje. Esse amigo já me conhece há 4 anos. E já está careca de saber o quanto eu odeio vômito. Pois outro dia, ele me pega e manda um link do youtube de uma guria vomitando no parque. Ah mas pra quê? Virei fera. Briguei e saí do messenger. Fiquei meia hora tremendo feito vara verde. E ele no msn só pedindo desculpas. Voltei pro msn e fiz ele assistir um vídeo de uma autópsia. Crueldade? Pode ser. Mas pô, tanto tempo ue me conhece e sabe dessa minha aversão e mesmo assim manda um vídeo desses. É a mesma coisa de fulano me dizer que detesta cobra e eu convidar fulano pra vir na minha casa e mostrar um aquário cheio de cobra. Ele diz que foi sem querer, que achou engraçado e me mandou. Tudo bem eu acredito. Mas na hora da raiva isso é o que eu menos quero ouvir. Na hora da raiva eu quero que suma da minha frente, deixe a poeira baixar. Mas não, fica falando no meu ouvido justificativas que não quero ouvir. Isso me deixou com mais raiva ainda. Agora não sei o que fazer, sinceramente. Quero superar isso, mas acho que vai levar um bom tempo =/